Que saudade da "rainha das armas".
A "ralação" e os inúmeros esforços para comprovar que os limites de um homem estão muito além do que ele crê, estão cada vez mais entrando em choque com a realidade que encontro dia a dia, fora da "caserna".
Parece que existe uma "lombeira generalizada" nos homens e mulheres do nosso tempo, uma tendência preguiçosa de fuga de qualquer esforço. Uma crença habitual de que "fazer força é apenas para guindaste".
Lá na "Infa" todos éramos iguais, os comandantes (ao contrário do que se possa pensar) me ensinaram na prática a diferença entre os líderes e chefes. Os companheiros dificilmente eram corrompidos pelas fogueiras das vaidades e nunca se negavam a ajudar uns aos outros.....
Ninguém ficava com preguiça de nada e nem faziam corpo mole esperando que outros fizessem o que poderia ser feito! (tenho nojo de corpo mole).
Uma tarefa era um objetivo coletivo e nunca individual...
Ai....que saudades da Infantaria.
Moisés Barboza


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