segunda-feira, 29 de março de 2010

COMO SINTO DEUS, CADA VEZ MAIS...

 
No mundo dos “vivos”, onde ser o mais esperto parece ser mais importante do que ser mais inteligente, não existe muito espaço para homens como eu e você.

  Passar a perna nos outros parece cada vez mais ter sentido e mentir parece aceitável e divertido.
  A ausência da espiritualidade parece um reflexo da modernidade e do desenvolvimento humano.
  Pra onde vamos conduzir a nossa humanidade se os “vivos” que exaltamos hoje, não passam de mortos egoístas amanhã?
  A dificuldade de colocar-se nos lugares dos outros é uma triste e nefasta realidade comportamental.
  Cada vez menos, sentimos o calor de um abraço e optamos por nos relacionar via internet.
  Os humanos bebem, fumam e drogam-se cada vez mais, procurando fugir da realidade que ironicamente, eles mesmos criaram.
  Os jovens amam cada vez menos e deturpam cada vez mais os valores que deveriam cultuar.
  Rotulem-me de que quiserem: Vou amar cada vez mais. Dedicarei-me ao próximo cada vez mais. Acreditarei cada vez mais no homem e danem-se os que me julgarão um babaca, um tolo ou um “trouxa”.
  Se por acaso um dia eu possuir um inimigo, também vou amá-lo e desculpá-lo como eu puder.
  Não me importa ter a certeza de chegar onde quero, caminharei cada vez mais com fé de estar caminhando na direção certa.
  Cuidarei cada vez mais de ti do que de mim e isso tudo pode até parecer desapego exagerado ou até mesmo loucura, mas sei e sinto claramente, que de mim, alguém sempre está cuidando... lá do alto.
Cada vez mais.

Moisés Barboza

segunda-feira, 22 de março de 2010

JOSÉ SERRA ENCERRA DISCURSO COM FRASE DA JPSDB – POA.

Mais uma vez em seu discurso, José Serra citou os dizeres das camisetas da juventude do PSDB/PORTO ALEGRE, dessa vez em reunião no estado de São Paulo.


A frase: “Não pergunte se somos capazes; Apenas dêem-nos a missão” que anteriormente foi citada em Nova Petropolis, mas o presidente nacional do PSDB surpreendeu à todos quando em seu discurso de posse em Brasília, e novamente agora, citou “meu sentimento se resume em uma frase da juventude tucana de Porto Alegre: Não perguntem se sou capaz, apenas dê-me a missão.”

Moisés Barboza, ex-presidente da JPSDB/POA e idealizador da frase disse: “Quando acreditamos, e fazemos pequenas coisas de coração, o tempo se encarrega de engrandecê-las”.

CORREIO JOVEM TUCANO. São Paulo/SP, 2O DE MARÇO DE 2010.

sexta-feira, 19 de março de 2010

INTERPRETAÇÃO DO TEXTO “PELAS BRECHAS DA LÓGICA” de Erro Otrec.

O egoísmo corrói nossa sociedade, e ironicamente ignoramos que nós mesmos somos a maior de nossas riquezas.

Infelizmente nossas mentes são conduzidas (manipuladas) para disputas irracionais, geralmente produzidas por um processo que é “vendido” e apresentado por nossas culturas materialistas.

O objetivo da humanidade - em sua grande maioria – gira entorno da imortalidade. Mas esquecemos que já somos imortais (nossa espécie), nossa natureza têm desenvolvido o espaço e a renovação de cada um de nós em um processo natural de nascer, crescer, reproduzir e morrer.

A cada nascimento surge nossa renovação independentemente de nossos esforços para prolongarmos nossa vida. Tudo tem um preço, e devemos questionar que preço pagaremos pela busca da imortalidade. Muitos para encontrá-la passaram e passarão por cima de valores morais e éticos, sem nunca encontrar uma solução.

Ao ler o conto retirado do livro “Pelas Brechas da Lógica” questionamos os valores que nossa humanidade (nós mesmos) temos em relação à nossas necessidades. Deparei-me com o fato de que aceitamos (a maioria das vezes) o que nos é apresentado, os padrões de beleza, valores, etc.

Infelizes somos nós, que pensamos conforme as tendências, nossa maior riqueza é a liberdade. Liberdade de pensamento e questionamento. Podemos romper com os padrões que são apresentados a nós.

O ser humano, em busca de imortalidade, já esqueceu valores, acabou com seu meio ambiente, já matou. Esquecemos que uma de nossas maiores riquezas está justamente em renovarmos a nossa vida a cada instante em cada geração.

Tudo tem um preço, não esqueçamos disto.





Moisés Barboza


Que valor damos à vida? Aos simples, puros e verdadeiros prazeres?
Porque tanto egoísmo?


Tanto egoísmo, quando muitos nos carregam nas costas sem nada exigir?


Que valor damos para a natureza? Que cuidados temos com esses seres maravilhosos...



...que sempre estão prontos para dar lealdade, amizade e um olhar de amor verdadeiro...
Qual a lógica de fugir desse amor verdadeiro que nos une uns aos outros, sob o véu da mãe natureza?!
Os animais muito me ensinaram sobre o que é lógico de verdade! Amar com desapego....

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mãe...

Hoje é uma noite muito especial...

Ela, me deu amor a vida toda, ela esteve ao meu lado em todas as dificuldades e alegrias...
No ano passado descobrimos que teríamos que lutar contra um câncer... com força e fé o tratamento foi encarado da melhor maneira que podíamos encarar... muitos dias de mal estar e até mesmo sofrimento.
Mas minha mãe mais uma vez nos fez feliz, nos amou e protegeu.....e agora, nessa noite, podemos gritar:
ELA VENCEU A BATALHA!!!

Mãe, te amamos...

Colinho pra quem sempre me deu colo....
Te amamos mãe!!!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Um pouco de poesia da alma.... e imagens que falam....

Almaventura




Minha alma salta de pára-quedas;


O sangue em minhas veias corre como os rios;


Meu pensamento como o céu, azul e limpo;


Mas apesar de estar nas nuvens;


No horizonte encontro o chão.






Moisés Barboza

Solte o corpo a 12 mil pés...e mergulhe no céu...

Caminhe até cair...e descubra que pode caminhar muito mais...


Sempre encare os desafios com garra e força....
em equipe...sempre em equipe...
 
Aí, saberás um pouco o que sinto... e um pouco do que sou... 

segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher, hoje?

Hoje é o dia internacional da mulher? Quem disse?

Quem inventou isso? Quem escolheu esse dia no calendário?

Poxa “elas” nos geram dentro delas, nos amamentam, nos criam e acima de tudo nos amam incondicionalmente e escolhem somente um dia para homenagem? Que falta de imaginação.

Façamos o seguinte, durante os 365 dias do ano tente imaginar o teu mundo sem a existência das mulheres. Pense que nasceste de um ovo que foi posto por um homem. Você não foi amamentado nunca, nem cuidado ou protegido. E agora que você é um homem não vai ter nenhuma mulher para amar.... E aí gostou do cenário??? Se você detestou o cenário.... Bem vindo ao clube dos homens que são perdidamente fãs das mulheres e passe a homenageá-las 365 dias durante o ano e não somente hoje.

Mas se sua resposta por algum motivo foi positiva sobre esse horrível cenário imaginado: Procure o plantão de atendimento psiquiátrico mais perto de você, ou um veterinário, ou um ufólogo, pois você ou é louco ou não pertence à raça humana.



Moisés Barboza.
 
 

sábado, 6 de março de 2010

Em Frente ao Espelho

Mesmo que a gente tente, nunca ninguém saberá na totalidade exatamente o que sentimos e pensamos. Tente fazer um exercício, olhe-se no espelho e tente ver a si próprio como se fosse um estranho, como se a pele que você vê através do espelho não seja a sua, se concentre e tente imaginar que pensamentos estão na cabeça daquela pessoa que você está vendo ali na sua frente. Se tiveres sucesso nessa experiência compreenderás um pouco mais do que eu falo e de quanto é difícil imaginar o que se passa dentro de cada um de nós.

Somos frutos de nossas experiências e de nossas cargas genéticas, esse caldeirão de conceitos formam na excência quem realmente somos. Não existe cálculo preciso para montagem de um ser humano perfeito. A nossa imperfeição é inevitável e é resultado de milhões e milhõs de vetores sentimentais, de conselhos dados, errados ou ceros, traumas de infância, alegrias e tristezas oriundas de tratamentos pessoais descalculados e de situações muito complexas.

Nunca soube explicar direito o que sinto sobre a essencia das pessoas, mas descobri alguns pontos divergentes entre o que sinto e o que vemos por aí ultimamente. Sem melodramas ou explicações científicas acredito que o homem em sua busca incontrolável do prazer se afasta rapidamente do que deveria ser. Deveríamos ser exatamente o último nível de evolução deste planeta, nossa inteligência e aptidão deveria estar à serviço do bem e é exatamente esse é o maior ponto divergente que tenho com o que vejo por aí.

O Bem. Ele é exatamente a questão de tudo, acreditem.

Difícil o exercício do espelho? Tente fazer o bem, sem esperar absolutamente nehuma recompensa. Tente fazer o bem para você mesmo, comendo comidas saudáveis despreocupado com o prazer das batatas fritas e sem esperar alguma recompensa por isso. Tente fazer o bem para os outros, dividindo o peso das compras de alguém ou até mesmo desviando de seu caminho para ajudar a empurrar um carro alheio, sem esperar nada em troca nem mesmo uma carona. Tente fazer o bem ao mundo, sendo ecologicamente correto, economizando água, energia elétrica, ou reciclando seu lixo sempre sem esperar nada em troca como economizar nas suas contas de luz ou água.

Fazer o bem sem esperar nada em troca seria a maior ferramenta de revolução nos dias de hoje. Parece brincadeira que nos criamos ouvindo e ignorando pensamentos como: “Amai-vos uns aos outros”... Não sei qual sua crença, sua fé, se és ateu ou agnóstico mas te afirmo sem nenhuma dúvida: Faça o bem sem esperar a recompensa e você vai recebê-la. Nada adianta recriminarmos o materialismo desenfreado se não pudermos desenfrear nosso contraponto. Nada adianta discutirmos com o mundo se não tivermos o despreendimento e a coragem pra mudá-lo apartir de nos mesmos.... faça o exercício, vá para frente do espelho e concentre-se, depois disso resolva fazer o bem. Pelo menos para aquele que está refletido no espelho.



Pôr do Sol da Capital. Sábado, 06/03/10.

sexta-feira, 5 de março de 2010

O CONFLITO FEIJÓ X YEDA, O CRAK E A JUVENTUDE GAÚCHA.

A incompatibilidade de gênios entre o vice-governador e a governadora é reconhecida e comentada por todo povo gaúcho. Muitos se perguntam sobre as dificuldades geradas por essa difícil relação, entre aqueles que deveriam de forma conjunta administrar o nosso estado. Se não bastasse ser, o telhado de vidro, governadora e vice começaram os seus mandatos como um grande telhado rachado.

Se não bastassem as dificuldades financeiras, administrativas e a impossibilidade de dividir as tarefas de governar o nosso estado, que desdobramentos sofreríamos nessa administração?

Alguns se limitam a falar dos danos que foram gerados, pelas denúncias e gravações intencionais de Paulo Feijó, para divulgar a face obscura das relações entre alguns líderes políticos. Mas foram as Políticas Públicas de Juventude que certamente perderam uma de suas maiores ferramentas, dentro desse conflito entre Feijó e Yeda.

Após diversos governos e longa espera, em 2003 o Decreto 42.316, criou o 1º Conselho Estadual de Políticas Publicas de Juventude do Rio Grande do Sul, o CPPJ.

Comemorado por muitos como uma grande conquista pública, nasceu com a concepção de pluripartidarismo e com a participação dos 3 setores da sociedade gaúcha.

A imprensa noticiou com pompa e circunstância a posse dos 43 conselheiros, realizada com lotação esgotada no Teatro São Pedro em uma belíssima noite de novembro de 2003.

Foram realizados Cursos de Formação de Gestores Jovens, organizados pela Organização Brasileira de Juventude, OBJ e logo após suas primeiras reuniões o Conselho apresentou ao Governo o Projeto Karatê Além do Esporte / CPPJ / Banrisul, que até hoje é reconhecido como exemplo de inclusão social pelo Brasil a fora.

Coredes, Fundação Thiago Gonzaga, Parceiros Voluntários, Faders, Fetag, UEE, Uges, Junior Achievement, OAB e jovens de diversos partidos, escolheram como prioridade fazer uma inédita radiografia do perfil do jovem gaúcho e suas diferentes características regionais, estava criado o projeto “Fala Aí”.

Os veículos de imprensa noticiaram na época o resultado geral: Drogas, Gravidez Precoce, DST’s / AIDS e Educação Proffisional, foram os assuntos mais votados.

Baseado nos índices de preocupação dos jovens criou-se o “Circuito de Palestras Fala Aí”. Diversas escolas e entidades foram atendidas, de forma totalmente gratuita. Milhares de jovens participaram destas palestras com formato de grandes “bate-papos”. Os malefícios do crak, e das drogas usuais eram desmistificados e premiações foram dadas ao Conselho por esse trabalho.

O CPPJ funcionava dentro das estruturas do gabinete do vice-governador Antonio Hohlfeldt que sempre buscou os meios necessários para o desenvolvimento de suas ações.

Hoje os prêmios de reconhecimento, filmes, fotos, cartas de alunos, de professores e diretores de escolas, estão juntos com projetos, e documentos que acumulam pó em uma sala fechada e sem estrutura. Nenhuma palestra mais foi dada...

O CPPJ está inoperante, sufocado dentro do sistema da fogueira das vaidades e das disputas pessoais e partidárias. Pergunto-me todos os dias, qual o motivo disso tudo?

E lembro-me do velho telhado de vidro rachado, que rachou a esperança de jovens que apenas queriam e ainda querem ajudar.


quinta-feira, 4 de março de 2010

Saudade constante do tempo que não tive...


Fiz o que pude.... faço o que posso....
Mas a saudade continua.... uma saudade de algo que eu e meu irmão não tivemos



Mas que o nascimento desse tesouro...
trouxe a esperança de construirmos uma parte dessa nossa linda história...
a história de nossas vidas, aqui.

Amo vocês.... muito mais do que pensam...

quarta-feira, 3 de março de 2010

Taça Fernando Carvalho


Ganhar o 1º turno do campeonato, invicto em casa, é Muito Bom!
Ganhar o troféu, em casa e com o estádio lotado, é Maravilhoso!
Ver a cara do Fernando Carvalho, entregando a taça pra gente...
...Não têm preço!!!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Votar...

O direito de poder votar




  Ao abrir o jornal deste domingo dia 12 de outubro, deparei-me com um já conhecido tema de debate: a obrigatoriedade de votar. Um estudante de jornalismo da PUCRS defendia sua oposição à obrigatoriedade de votar, declarando que pouco se importava, chamando as eleições de “farsa” e criticando as declarações do Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Carlos Ayres Britto: “Eleição não é velório, não é peso....é a celebração da democracia..”



  Para me opor a opinião do referido estudante, não faltariam motivos a serem lembrados: As inúmeras vidas de grandes homens e mulheres que morreram para que pudéssemos exercer esse direito democrático, o movimento estudantil de 1968 que confrontou o regime militar, mais tarde a mobilização pela conquista do direito ao voto aos 16 anos, ou tantos outros motivos.



  Tenho 30 anos, reconheço naquele texto o ímpeto da juventude que em grande parte das vezes estimula a defesa com paixão de nossas opiniões, isso tudo somado ao descrédito depositado aos nossos governantes, o fim do conceito de que existia apenas a esquerda e a direita (como se política fosse somente um clássico GreNal), a confusão ideológica das atuais campanhas eleitorais, e a falta de encontrarmos um representante merecedor do nosso voto de confiança. Mas esses fatores não podem ser o princípio norteador deste debate.



  No ano de 2001, Hermes Zaneti escreveu em seu livro e pesquisa Juventude e Revolução: “...vivemos um momento de grande perplexidade neste final de século. As fronteiras ideológicas tornaram-se tão tênues que a visão mais realista nos dá a impressão de estarmos à deriva, a bordo de um mundo que perdeu seu rumo.”



  Ao término de sua obra e após abordar a revolução tecnológica das comunicações e a complexidade dos jovens, Zaneti (não diferente de inúmeros autores e pesquisadores) defende a única e verdadeira saída: o aumento de participação popular no processo político eleitoral.



  Não devemos abordar o tema, como se fossemos coagidos e obrigados a votar em alguém, pois a tecla “branco” está lá nos teclados de nossas urnas e infelizmente vêm sido usada em demasia.



  Devemos nos perguntar: o Brasil e seus altos índices de pobreza e falta de acesso à educação e cultura, deve transformar o voto em um direito facultativo? Isso não seria um estímulo aos que utilizam poder econômico na compra de votos, carregando eleitores em verdadeiras frotas de ônibus para as urnas, enquanto todos os que possuem um mínimo de condições poderiam optar em saírem ou não de suas residências, de interromperem ou não, seus programas de fim de semana? Se a maioria dos marginalizados e menos favorecidos nem se quer possuem títulos eleitorais atualmente, para que lado penderia essa balança?



  Infelizmente uma grande parte do eleitorado não entende mais as eleições como o momento de escolher seus representantes, mas sim o momento de ganhar alguma coisa, de levar alguma vantagem, utilizando seu voto como moeda de barganha.



  Por isso, excluir-se do processo de escolha, ou renunciar a esse direito, não é o caminho certo a seguir, tão pouco comparar a política a uma “confraria” de pessoas que querem “chegar ao poder e gozar de uma vida popular”, pois esse tipo de individualismo infelizmente não está apenas só na classe política, mas sim nos homens. Na maioria das vezes, exatamente nos indivíduos que se julgam melhores ou mais conscientes que os outros.



  O voto é a única ferramenta que temos para tentar combater pacificamente a atual situação política, escolhendo nossos representantes.



  Antes de questionar a obrigatoriedade do voto e de querer ensinar ao presidente do TSE algo sobre consciência eleitoral, uma pergunta: Você está usando a sua, para votar em branco?






Moisés Barboza.

Caminhada da conscientização na Vila Amazônia.